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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Precisamos urgentemente de mais políticos libertário mundo afora defendendo abertamente a eliminação do estado

Na bíblia é demonstrado claramente que o Criador permite os estados, mas não os considera superiores à sociedades livres e independentes.
Isso fica claro no princípio do povoamento hebraico na Terra Prometida. O povo pedindo reis e Deus permitindo não sem antes repreender-los e avisá-los das consequências.
O estado é nojento? Sim. O estado é imoral? Sim. Mas o Deus da bíblia tolera sua existência e a participação de Seus filhos nele. Logo toda essa choradeira mimizenta libertária de que é imoral interagir com o estado está biblicamente refutada, logo, qualquer cidadão pacífico e libertário não só pode como deve adentrar o estado com a finalidade máxima de eliminá-lo para sempre, como manda a teoria libertária e como o texto bíblico demonstra sugerir.
O mundo precisa de mais políticos verdadeiramente libertários. Completamente conscientes e decididos a contribuir com tudo que seja eficiente e prático na abolição do estatismo. Seja debatendo, seja palestrando, seja evitando leis anti-liberdade econômica ou inserindo tudo que seja coerente com a filosofia bíblica e libertária.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

A cultura judaico-cristã é superior a todas as outras

Se Deus existe. Se a bíblia é seu livro sagrado. Se a cultura judaica é a cultura da bíblia. De que forma qualquer outra cultura pode ser considerada superior ou até mesmo igual à cultura judaica?
Lógico que existem culturas superiores. Não estou defendendo só a cultura judaica atual. Estou defendendo a cultura bíblica judaica e tudo que se aproxima disso como as comunidades cristãs que amam e buscam praticar o que leem na bíblia. Não há como comparar culturas criadas pela mente humana com uma cultura criada, fundada, planejada e realizada por Deus.
A pessoa que afirma que todas as culturas são iguais não pode de jeito algum associar essa crença à fé na bíblia.
E todo aquele que tem fé na bíblia deve ter em mente que existem sim culturas superiores e que a mais elevada delas é a cultura judaico-cristã e que é seu dever defende-la a todo custo.
Ou isso ou ateísmo ou alguma religião não bíblica.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Devemos lutar pela liberdade de optar se queremos ou não pagar impostos

Pesquisas econômicas recentes demonstram claramente que liberdade econômica acelera as produções de riqueza e desenvolvimento nos países. Logo será benéfico a todos aderir a níveis cada vez maiores de liberdade econômica, ou seja, a liberdade de investir seus esforços produtivos e seus recursos somente onde você desejar.

Seguindo essa lógica simples há uma medida que resultará em enorme ganho de liberdade econômica no mundo inteiro e que ainda não está sendo proposta com alguma amplitude relevante. É simples, o cidadão, deve possuir o direito de reservar para si a decisão de pagar impostos e ter acesso aberto aos programas e serviços estatais ou não pagar impostos e pagar taxas eventuais por serviços e programas estatais utilizados e arcar com todo o resto de suas necessidades de forma privada através dos fornecedores que desejar contratar.

É fácil de implementar na prática, mas temos que aprovar em nossos parlamentos primeiro. Sejamos nós pretendentes à política ou não devemos lutar por esse direito que trará, além de liberdade econômica, desenvolvimento e prosperidade; cidadania e civilidade.

Depois que as nações começarem a aprovar essa medida largamente a atual obrigatoriedade aos tributos será vista por todos como algo tão incivilizado e desrespeitoso quanto a escravidão é vista hoje em dia.

domingo, 20 de maio de 2018

A salvação é decorrente de alguma denominação ou vertente religiosa específica?

"Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles."
Mateus 18:20


Ou seja, se dentro do catolicismo há indivíduos se reunindo em nome de Cristo, então Ele se faz presente. O mesmo vale para o protestantismo tradicional, pentecostais, neopentecostais, espiritismo, mórmons, testemunhas de Jeová, adventistas, judeus messiânicos, nazarenos e qualquer outra religião em que exista a invocação e adoração de Jesus. Enfim, Deus é justo e verdadeiro. Em todo lugar que seu filho é proclamado existe a possibilidade da salvação.
Receber a salvação é sem esforço e pela graça divina em Jesus Cristo. Entretanto as diversas confirmações da salvação são duras e trabalhosas como foi escrito:
"E, desde os dias de João o Batista até agora, se faz violência ao reino dos céus, e pela força se apoderam dele."
Mateus 11:12
"Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus."
Apocalipse 2:7
"E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo."
Mateus 10:22
Receber a salvação é mamão com açúcar. O difícil é viver uma vida que confirme nossa salvação nos conduzindo a níveis de santidade cada vez maiores.
Boa sorte a todos!

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Certeza da salvação não passa de arrogância e presunção

Certeza da salvação é apenas arrogância - Pelo simples fato de que nenhum homem tem acesso ao Livro da Vida e a bíblia enfatiza que aquele que está de pé cuide para que não caia, ou seja, pode-se estar salvo hoje e perder-se a salvação amanhã.
Nenhum indivíduo humilde se dá ao luxo de sentir certeza da salvação. Não existe essa expressão na bíblia, nem Jesus falou qualquer coisa a respeito dele mesmo. Se não houvesse a possibilidade de Jesus rejeitar a Deus e perder sua salvação, qual seria a intensão de Satã quando tentou o Senhor no deserto?
Se até Jesus como homem corria o risco de rejeitar a Deus, imagine nós humanos sem as características divinas de Cristo?!
Não existe certeza da salvação. Isso não é bíblico. Nunca foi.
Um indivíduo quando desfruta do Reino de Deus percebe que está caminhando na direção correta. Mas isso é apenas um indício, um sinal; não pode de forma alguma ser considerado como uma certeza final absoluta.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Sintomas de Iniquidade

No Brasil não se pode nunca conversar sobre três assuntos: Religião, política e dinheiro.
Quem fala de religião é taxado de intolerante, retrógrado, pré-conceituoso etc... Logo religião...Religião é aquilo que é tão importante que as pessoas se dispõem a entregar a vida para defender, vide os mártires de todas as religiões.
Quem fala de política fica sendo olhado de rabo de olho para ver como vai ser a reação dos outros, se ninguém te xingar ou te mal rotular, talvez alguém se sinta livre para opinar, mas bem discretamente. Logo política, que dirige os futuros da nação e pode corrigir ou aumentar problemas importantíssemos das nossa vidas.
Quem fala de dinheiro é metido a rico, ambicioso, ganancioso, pecador por natureza, adorador de Mamom. Logo dinheiro que é algo tão indispensável para a vida.
Ora bolas, se as pessoas não gostam de conversar sobre isso tudo que é tão importante, sobre o que elas gostam de conversar?
Religião, política e dinheiro são coisas execráveis nessa mentalidade, mas, agora, se você gosta de falar de pornografia, obsenidades, ofensas a terceiros, fofocas de todo tipo, palavrões lascívos e indignos, pronto, seja bem vindo ao Brasil.
Melhor falar sobre esportes mesmo.

sábado, 11 de novembro de 2017

Uma experiência marcante

No ano 2000 aos 15 anos, eu me tornei evangélico na Assembléia de Deus. Evangelizado na escola por um colega de classe. 

Logo no início da minha caminhada muitas pessoas da igreja me avisaram: Olha, seu chamado é missionário, busque à Deus sobre isso. Eu ouvia isso e resolvi ler sobre o assunto. Começou a tragédia. Até hoje eu sinto angustia e repulsa quando lembro da apologia ao sofrimento que o livro fazia, não consegui ter uma boa leitura logo de primeira e me desconectei da ideia. Eu não poderia fazer algo que meu coração não me pedia.

Porém, hoje, depois de alguns anos e algumas experiências vividas tenho repensado essa história. Recentemente ao passear em família numa tarde de fim de semana me deparei com pessoas necessitadas na porta de um banco. Eu sempre dei esmola à pessoas necessitadas, mas dessa vez foi diferente; eu senti a necessidade de dar uma palavra para aquelas pessoas. Isso nunca tinha acontecido comigo. Eu sempre estive na posição de doador, nunca antes eu tinha sido absorvido pela confiança e a determinação: "Eu tenho que dar uma palavra para essas pessoas!" Pensei. Mesmo sem saber  direito eu me dirigi para aquelas pessoas e no meu coração uma sentença vibrava: Eles precisam de esperança e de cuidado e de amor, cuide deles. 

Baseado nessa premissa me dirigi a todos e pela primeira vez na minha vida eu percebi o que significa matar a fome de pessoas sedentas. Toda minha vida eu havia oferecido Jesus em todas as oportunidades possíveis, mas dessa vez houve um poder prazeroso que me dominou do início ao fim daquele momento evangelístico. Eu me senti realmente útil ao Reino de Deus, alimentando a esperança daquelas pessoas com uma doação e algumas palavras encojadoras.

À partir desse dia passei a olhar com outros olhos a obra missionária. É como se eu estivesse tendo um gostinho de como é prazeroso operar no Reino de Deus em uma vocação original. Agora eu posso perceber melhor de onde vêm a confiança e o destemor dos missionários. Ela vem de Deus, do sobrenatural, do espiritual. Simplesmente, naquela atmosfera pesada de moradores de rua, houve um intervalo para falar de Deus e inexplicavelmente eu não me senti deprimido e rejeitado como sempre foi. Pela primeira vez eu me senti empoderado, hábil e surpreendentemente feliz e realizado naquela função.

Já me ofereci para servir como missionário na minha igreja oficialmente. Agora peço orações e revelações de Deus para que eu possa seguir o meu caminho. A experiência de levar assistência ao sedento me fascinou pela primeira vez de uma forma que eu jamais tinha conhecido.

Baruch HaShem!