Eu nasci em um lar parcialmente católico, parcialmente agnóstico. Minha mãe é de família muito católica emeu pai de família muito batista. Refiro a meu pai como agnóstico, pois ele nunca asumiu a fé batista, nunca se batizou em uma igreja batista, mas sempre falava de Deus e citava versículos bíblicos, sempre...
Mas o fato é que meu pai, afim de se casar com minha mãe, se batizou no catolicismo e fez seu casamento na igreja católica. Depois de um tempo eu nasci. Fui criado no catolicismo, fiz primeira comunhão e frequentei as missas por um tempo.
Entretanto, minha mãe que dizia-se sempre católica, com quem eu sempre ia à igreja, parou de frequen tar a igreja e eu parei de frequentar também, afinal, eu era apenas uma criança. Meu pai nunca frequentou igreja alguma, desde quando eu nasci e me entendi po gente.
Quando completei quinze anos de idade fui para uma escola pública cursar meu primeiro ano do ensino médio. Meu pai estava começando uma sociedade empresária, uma empresa, e o início é sempre a pior parte, pois tudo o que se ganha deve ser reinvestido para garantir o sustento da empresa e sobrava menos do que o normal para o sustento de minha família, que agora já contava com minha irmã caçula.
Aos quinze anos de idade minha vida era uma vida agnóstica. Não frequentava igreja alguma, mas acreditava que Deus existia, o Deus bíblico em especial, o Pai, YWHW, o filho Yeshua e o Espírito Santo. Mas isso era muito vago, a minha vida secular era absolutamente mais importante que minha vida religiosa. Deus era meu Papai Noel, que me ajudava nos momentos difíceis e que ia me levar para o céu algum dia.
Foi muito inusitada a minha amizade com um jovem da minha turma de primeiro ano chamado Weverton. Eu praticamente não o conhecia, mas um determinado dia ele começou a me cercar na escola durante o periodo de intervalo, o recreio. Nesses momentos ele falava muito de Deus e de Jesus e da bíblia para mim. Eu achava muito bonito e muito importante, mas o que eu queria mesmo era me disvencilhar dele porque no meu íntimo eu achava aquilo muito chato.
Weverton sempre me convidava para ir à um ponto de pregação. Um lugar muito próximo à escola onde ele cultuava à Deus. Chegou um dia onde eu perdi a capacidade de evitá-lo e de recusar seus incessantes convites. Pensei: Bem, estou sempre dizendo que um dia eu vou. Já passou bastante tempo e eu ainda nao fui então, que mal pode haver? Vou no ponto de pregação dele, depois nunca mais eu vou.
Durante o culto foi tudo normal, nada anormal, porém ao fim, chegou um momento em que o líder do culto fez um apelo dizendo que se naquele momento, naquele lugar havia alguém interessado em entregar sua vida a Cristo, que levantasse sua mão. Eu achei esse momento estranho, pois ninguém se pronunciou, então, diante daquele silêncio ensurdecedor, eu me senti profundamente compelido a levantar minha mão pois eu pensei: Esse momento está parecendo aqueles momentos em sala de aula em que o professor solicita participação da turma para estabelecer um diálogo e daí concluir seu ensino. Também pensei: Ora bolas, se é para aceitar a Jesus claro que eu posso levantar minha mão, eu aceito a Jesus desde que eu nasci. Então levantei minha mão.
Meu Deus! Jesus Cristo, o que eu fiz? Foi meu pensamento logo após levantar minha mão. Quando eu levantei minha mão, começou uma gritaria uma bagunça em torno de mim e eu pensei: Meu Deus o que que eu estou fazendo aqui de fato? Logo depois o líder do culto me pediu para ajoelhar e para orar por mim.
Pronto, a partir daquele momento eu havia virado evangélico, só que eu não sabia disso. Eu não fazia a menor noção disso.
Porque mais importante que ser o melhor é estar em aperfeiçoamento constante.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Eu Sou Um Conservador Libertário.
Faço questão de colocar conservador antes de libertário, pois o conservadorismo representa a esfera moral, a esfera do respeito, da dignidade, do recato, da paz, da bíblia. É através da minha visão conservadora do mundo que eu vivo e ajo.
Valorizo também meu lado libertário que não envolve qualquer questão moral, apenas questões socio-político-econômicas.
Em primeiro lugar desejo obedecer aos Mandamentos Eternos e isso me leva a pensar minha sociedade, meu mundo, minha realidade. Preciso ser uma influência positiva ao meu redor. Preciso demonstrar que minhas opções, todas as minhas opções são de fato benéficas e inofensivas, apenas prejudicando empreitadas diabólicas, antibíblicas e imorais.
Esse meu posicionamento não tem nenhuma contradição com meu post anterior, afinal, todo libertário é antes de tudo um liberal, diria eu, um ultraliberal.
Valorizo também meu lado libertário que não envolve qualquer questão moral, apenas questões socio-político-econômicas.
Em primeiro lugar desejo obedecer aos Mandamentos Eternos e isso me leva a pensar minha sociedade, meu mundo, minha realidade. Preciso ser uma influência positiva ao meu redor. Preciso demonstrar que minhas opções, todas as minhas opções são de fato benéficas e inofensivas, apenas prejudicando empreitadas diabólicas, antibíblicas e imorais.
Esse meu posicionamento não tem nenhuma contradição com meu post anterior, afinal, todo libertário é antes de tudo um liberal, diria eu, um ultraliberal.
Porque Sou Liberal E Porque Apoio o NOVO
Existe um princípio que é comumente entendido e chamado de mecanismo de incentivos. Do que se trata? Se trata da lógica prática empírica que todo indivíduo em sã consciência pratica com na administração dos seus recursos. Se trata do fato de que quando buscamos um objetivo tentamos usar nossos recursos de maneira mais eficiente o tempo todo, economizando e escolhendo as melhores oportunidades.
Este princípio benéfico e positivo para a humanidade encontra sérias barreiras na administração pública estatal de um modo geral. Trata-se de uma tentação que naturalmente é gerada na iniciativa estatal que naturalmente não existe na esfera privada. Quando um indivíduo gasta seus prórios recursos não há tentação pois ele esta gastando os regursos que por natureza são dele. Na esfera estatal os alguns indivíduos se vêem na posição e na obrigação de gastar recursos que não são naturalmente de sua propriedade, são os recursos provindos dos impostos.
Essa tentação sempre existiu na esfera pública estatal e não há qualquer opção disponível para que desapareça.
O fato de existir essa tentação, não quer dizer objetivamente que os indivíduos designados para sofre-las cairão nela, mas, infelizmente, em todo o globo a realidade mostra que mais cedo ou mais tarde alguém ou "alguéms" sempre acabam sendo seduzidos por ela.
Por isso eu apoio o Partido NOVO, pois é o único partido brasileiro que defende a redução do tamanho do estado brasileiro, da esfera pública estatal brasileira. Com um estado menor haverão menos indivíduos na posição de sofrer essas tentações.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Ostentação Capítulo II
A ostentação é algo tão recorrente que chega a ser patológico. No mundo existem riquezas, e as riquezas são muito atraentes. Todos ficamos felizes em pensar na hipótese de poder usufruir todos os confortos da fortuna e ainda poder compartilha-los com quem desejamos. Até aqui tudo normal. Mas o que se passa no coração e na mente de muita gente que eu vejo na rua é uma espécie de desconforto diante do luxo e da riqueza alheia.
Vejo pessoas que chegam ao cúmulo de se sentirem ofendidas porque fulano ou beltrano adquiriu um bem excecivamente caro e luxuoso, ou pasmem, adquiriu um bem melhor do que o dele. É uma mentalidade completamente doente de alguém que perdeu todo o contentamento com seus bens e entregou-se à inveja.
É um quadro lamentável e triste. Mas tem cura. Tanto de forma espiritual, dialogando com um bom líder espiritual; como clínica também com terapia e medicação se desejar.
Porque a Única Droga Que Eu Consumo É O Álcool
Eu estou satisfeito em consumir recreativamente apenas álcool. Satisfeito pois essa é a única droga usada nos tempos bíblicos, algo que ultravalorizo. Se Jesus usava apenas álcool e não precisava de outras drogas para ser feliz, quero eu, como um postulante a discípulo Dele, fazer o mesmo. Eu não estou afim de inventar moda. Quando eu nasci já existia a bíblia e as religiões que se pautam por ela, cabe a mim apenas obedecer. Mas continuo à favor da legalização de todas as drogas. Usar com elas os mesmos mecanismos que se usa hoje em dia com o álcool e com o cigarro. O que vai prevalecer é a educação que se recebe em casa. Não gosto da idéia de um estado paternalista cuidando da saúde das pessoas, aliás por mim o ministério da saúde pode ser extinto e o SUS privatizado.
domingo, 3 de janeiro de 2016
Uma Resposta Aos Que Desejam Saber Porque Volto Tanto Os Meus Olhos Ao Povo Judeu
Conheço muita gente que não entende o motivo pelo qual tenho tanta estima e dedico tanta atenção à sabedoria judaica e ao povo judeu em si. Gostaria então de dar, neotestariamente falando, uma razão e uma justificativa:
"Para ver se de alguma maneira posso incitar à emulação os da minha carne e salvar alguns deles.
Romanos 11:14"
Romanos 11:14"
No versículo acima, o apóstolo Paulo faz questão de frisar, depois de vários versos exaltando o povo judeu, aos quais não pretendo me ater agora, que sempre fez de tudo para tentar salvar os judeus e que ele faia isso através do ciúme, emulação.
Quando eu leio esse versículo e olho para a Igreja Cristã, eu percebo que não preciso ficarme comparando com meus irmãos batistas e ver se sou melhor ou pior que eles para tentar salvar-lhes por emulação, ciúme. Não devo fazer o mesmo com meus irmãos adventistas, nem com meus irmãos católicos, nemcom meus irmãos testemunhas de Jeová, nem com meus irmãos pentecostais o ou neopentecostais.
O que eu percebo ao ler esse vercículo, é que toda pessoa que se julga discípulo de Jesus deve ter mais zelo, mais obediência, mais virtude e mais exemplo do que o povo judeu.
Mas isso ninguém quer saber, salvos raros grupos. E eu sei por que. É porque para ser mais exemplar que um judeu piedosoé necessário ser mais piedoso que ele, só que a piedade judaica está estabelecida no zelo, no esforço, na dedicação e no esmero em estudar e praticar a obediência aos mais de 600 mandamentos da Lei de Moisés.
Pronto, acabou. Nenhum cristão moderno se sente mais impelido, já a alguns milênios, à obedecer à Lei mosaica. Estão todos firmes e confortáveis na confiança de que a Lei não precisa de atenção especial. Olhando por essa perspectiva fica até sem sentido o que o apóstolo quis dizer, fica ruim de interpretar e compreender, pois como posso despertar o ciúme de um judeu piedoso se ele pratica sua piedade em uma Lei que julgo nula ou quase nula?
Logo, concluindo, pare de prestar tanta atenção no seu irmão que está tentando seguir à Jesus e procure ser mais piedoso na obediência à Lei de Deus, só assim meus irmãos, só assim.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Segui a paz com todos e a santificação ou segui a paz com todos e a "evangelização"?
Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor; Hebreus 12:14
Ou será: Segui a paz com todos e a "evangelização", sem a qual ninguém verá o senhor; ?
Não, não é. Por que? Porque a evangelização é um acontecimento natural na vida de quem busca a santificação, e santificar-se é viver em obediência. Logo, viva uma vida de obediência primeiramente, e nos momentos certos, o Espírito lhe dará a devida instrução e a capacidade de conduzir outros ao arrependimento e à conversão.
Veja que a evangelização não consiste objetivamente em conduzir alguém á igreja, isso é bom? Sim, é bom, mas o objetivo final é sempre o arrependimento, o reconhecimento de que se necessita do favor divino para obter salvação, e depois disso, obediência.
Até hoje jamais consegui conduzir alguém ao arrependimento e à conversão. Sou apenas um convidador. Sei que é o Espírito que faz tudo em todos, só que ele nos usa como instrumentos de sua vontade nessas horas. Espero pelo dia em que estarei apto à isso.
Paz!
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