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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O estado capixaba que não faz e nem deixa a iniciativa privada fazer.

Olha que coisa interessante.
Ontem à tarde assisti no jornal ESTV da rede Gazeta que existem lojistas no centro de campo grande sendo assaltados vez atrás de vez e nada acontece.
Entrei então em contato com uma empresa seguradora para fazer um orçamento de quanto ficaria um patrulhamento privado na região para ser rateado entre o comércio local pensando já em possíveis lucros intermediando o comércio e as seguradoras.
Acabo de receber o retorno da empresa e adivinhem? Existem leis que proíbem o patrulhamento privado de perímetros públicos, ou seja, uma empresa particular só pode operar dentro de uma área particular, dentro da loja, prédio ou condomínio. É o governo que não faz e também não deixa ninguém fazer. Mais uma vez o monopólio estatal atrapalhando a vida das pessoas.
Achei essa lei um absurdo! Dessa forma fica muito mais caro para o lojista contratar serviços eficientes de segurança (pessoas armadas).
Vou pesquisar melhor sobre o assunto mas já adianto, qualquer político que queira por essas leis abaixo ou promover emendas que garantam ao cidadão um patrulhamento privado além de estar prestando um ótimo serviço à população em geral, poderá contar com o lobby das empresas de segurança em todo o Brasil. Imagina os lucros dessas empresas quando essas leis caírem?
Fica a dica!

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Cristianismo ascético

Hoje em dia, não sei se no passado também era desse jeito, é muito comum que pessoas se afastem da religião, em especial o Cristianismo, na época da juventude; procurando prazeres que, segundo suas crenças ensinam, são ilícitos e que na mente dos jovens é impossível viver feliz sem possuí-los.

Realmente existem muitas proibições bíblicas em relação à prazeres como sexo imoral ou fora do casamento e tudo que possa ser considerado hostil à saúde e ao bem estar moral, físico, emocional e espiritual. Entretanto, falo por experiência própria, o fato de o Cristianismo em geral ter abandonado a Lei de Deus em sua totalidade fez com que essa religião se tornasse demasiadamente ascética, ou seja, tudo o que se pode considerar como prazeroso acaba sendo mal visto ou proibido por muitos. Isso acontece exatamente pela falta de obediência à totalidade dos mandamentos que, quando obedecidos preenchem completamente nossa necessidade de nos sentir em obediência à Deus. Quando obedecemos aos mandamentos nossa consciência se fortalece e se liberta pois o poder que recebemos por esta obediência tem a capacidade de nos curar, restaurar e plenificar.

O Judaísmo ficou conhecido ao longo da história por ser uma religião de prazeres. Isso não significa que nesta religião não seja necessário obedecer aos mesmos critérios cristãos em relação aos prazeres claramente ilícitos. Isso significa que, por exemplo, ao longo da Idade Média, enquanto todos os cristãos vendiam seus bens e os doavam à igreja com medo de ir para o inferno com suas riquezas, os judeus trabalhavam e acumulavam riquezas livremente sem qualquer peso na consciência. Esse tipo de asceticismo cristão exagerado continua acontecendo nos dias de hoje de variadas forma dependendo de cada congregação e vertente de interpretação. O fato do Cristianismo exigir tanto das pessoas e não oferecer o mecanismo primordial fornecido pelo Criador, a Lei de Moisés, para a obtenção de poder moral/espiritual afim de estar apto para viver uma vida santa causa demasiada depressão, tristeza, angústia, ansiedade e amargura em seus jovens e velhos também. É como mandar alguém escalar um prédio com cordas ou invés de apenas subir pelo elevador. Uma vida santa continua sendo possível no Cristianismo, porém, sem os mandamentos ela se torna demasiadamente difícil.

Como era possível aos judeus, mesmo sem a confiança em Jesus, ascender profundamente em relação à moralidade? Por causa da obediência judaica aos mandamentos divinos, explico: Enquanto os judeus permaneciam fielmente, no caso dos religiosos, obedecendo aos mandamentos da Lei, os cristãos não possuíam quase nenhum mandamento para observar, logo, acabou-se criando sérias restrições exageradas pelo desejo de obedecer à Deus em fidelidade. O desejo de ser fiel à Deus no Judaísmo, leva as pessoas a obedecerem cada vez com mais zelo e dedicação ao maior número exequível de mandamentos. Ao passo que no Cristianismo, por faltar mandamentos, criaram-se e criam-se asceticismos. O desejo de ser fiel à Deus luta contra a saúde mental e emocional do cristão quando não se tem a liberdade de obedecer mais e mais à Torá, voluntariamente.

Talvez você esteja plenamente satisfeito com sua elevação moral/espiritual, mas caso você deseje mais de Deus, tente conhecer melhor os mandamentos antigos e observá-los, você vai descobrir uma nova fonte, pura, límpida e absurdamente poderosa em lhe conceder bem estar, felicidade e realização na presença de Deus. Apenas, nunca, jamais se esqueça do nosso Senhor Jesus.

Enquanto o povo judeu preservou e se deliciou ao longo da história com os benefícios da obediência à Torá, mesmo sem a fé em Jesus, os povos cristãos desenvolviam cada vez mais seus diferentes tipos de asceticismo, de privação de prazeres e de conforto, status e tudo o mais que é de boa fama mas acabava sendo ignorado pelo cristão comum pelo medo de ser excomungado, excluído.

Hoje em dia, graças à Deus, com o advento do Judaísmo Messiânico (Cristão) as pessoas realmente interessadas em obedecer à Deus estão encontrando a fonte de vida e força espiritual que sempre procuraram. Cada mandamento bíblico contém princípios de elevação espiritual que são muito mais poderosos do que viver uma vida simples de jejum, oração e obediência ascética. A vida plena prometida pelas escrituras para esta vida terrena, só podem ser alcançadas através de jejum, oração e obediência deleitosa naos mais variados mandamentos perpétuos. O Cristianismo está aprendendo lentamente a se libertar de uma obediência ascética e deprimente para uma obediência deleitosa e prazerosa.

Baruch HaShem!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Felicidade

Cada dia mais, percebo que as situações cotidianas tentam me levar à uma postura ingrata e indiferente. Mas sei que essa postura não é capaz de me fazer feliz. A felicidade está intimamente ligada à um coração grato e amoroso. E é nessa postura que preciso me esforçar para viver, pois é assim que posso contribuir positivamente aos que me rodeiam.
Para a manutenção dessa postura é de vital importância a fé e Deus. Não consigo imaginar alguém sem fé em Deus que tenha boa motivação para se manter bondoso, amoroso e grato.

sábado, 5 de abril de 2014

Maturidade

Acredito que um bom principio para avaliação da maturidade própria e alheia é procurar notar, na pessoa em questão, como ela reage em relação a outras pessoas quando percebe algo que desaprova. Se a reação for ódio, indiferença ou algo parecido é imatura, mas se a reação for no sentido de cuidar, ainda que seja com um gesto aparentemente simples como uma prece ou um conselho, madura.

Polidez

Existem muitas virtudes que amo apreciar em pessoas realmente elevadas. Sem dúvida, uma das principais é a polidez. Lamento que eu não seja tao desenvolvido quanto e peço a Deus que me ajude a enobrecer por toda vida.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Felicidade Máxima

Meu coração é obcecado pelo desejo de ampliar a frequência e a duração dos meus momentos de felicidade máxima. Considero que eles ainda são muito raros. Procuro concentrar meu esforço de compreensão nesse sentido. 

Já descobri que em seios amorosos como igreja, família e boas amizades fica mais fácil saciar essa obsessão.

domingo, 23 de março de 2014

O Cristianismo Precisa dos Que Serão Chamados Grandes no Reino dos Céus

Mateus 5:17-19 diz:
17 Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir.
18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido.
19 Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.
Infelizmente este versículo não tem servido de alerta ao cristianismo.
Em meus 15 anos de convertido jamais vi um pregador cristão ensinar que não temos, como não-judeus, a obrigação de guardar todos os mandamentos da Lei de Moisés, mas, sim, todo aquele que desejar observar e guardar tantos mandamentos quanto puder e desejar fará muito bem, pois todos os mandamentos dados por Deus são válidos até que o céu e a terra passem.
Dessa forma só posso concluir que até o dia de hoje, não conheci nenhum líder cristão que possa ser considerado grande no reino dos céus nos moldes das palavras de Jesus ditas acima.
A reforma protestante foi maravilhosa. Representa um mergulho nas escrituras sagradas. Muito foi ganho com sua execução. Mas ainda não é tudo. O cristianismo se recusa a aceitar a Lei de Moisés como algo válido até os dias de hoje, e se recusa a incentivar-se a observá-los na medida do possível e voluntariamente por amor a Deus, fazendo malabarismos intelectuais para explicar textos tão claros como esse que foi citado.
Espero que isso seja consertado o mais breve possível, em todas as vertentes cristãs, para que possamos experimentar as bênçãos da Lei divina, que foi dada aos judeus para serem ensinadas e cumpridas por todos que assim desejarem.